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segunda-feira, 17 de março de 2008

Ministério Público constata fraude em licitação da Prefeitura de Olinda

A 4ª Promotoria entrará na Justiça contra a prefeitura de Olinda devido a supostas irregularidades encontradas em um processo licitatório para contratação de uma empresa, que seria responsável pela revitalização do sistema de iluminação da cidade. A investigação foi feita pelo Ministério Público.

Segundo o órgão, o edital divulgado pela prefeitura beneficiou a empresa Citeluz. O documento exigia que uma única empresa fosse capaz de fazer a gestão, operação e manutenção corretiva e preventiva do sistema de iluminação, apesar de poucas empresas do Brasil terem esse perfil.

O edital impedia que as empresas trabalhassem em consórcio, isto é, juntassem suas atividades para concorrer na licitação. Com isso, o número de concorrentes, que seria de 49, caiu para oito empresas.

Para a promotora Allana Uchôa de Carvalho, a prefeitura favoreceu a empresa Citeluz, pois apenas ela satisfazia a todos os detalhes contidos no edital. “As ‘coincidências’ nos obrigaram a entrar com uma ação civil contra a prefeita Luciana Santos, a secretária de Obras, Hilda Gomes e outras cinco pessoas integrantes da comissão de licitação”, declarou Allana. “A ação atinge também a empresa”, completou.

A promotora pretende, através de liminar, suspender o contrato, que é de R$ 7.351.290, válido até setembro de 2007. Ele também quer que os bens dos réus sejam confiscados.

da Redação do pe360graus.com

http://pe360graus.globo.com/

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Licitação polêmica das cervejarias ainda repercute em Olinda

Guerra das louras invade a área política. Em Olinda, o PTB local não planeja dar trégua a prefeita Luciana Santos, do PC do B.

Vereadores do partido serão escalados para pedir toda a documentação oficial da polêmica licitação para a escolha de cervejaria oficial no Carnaval deste ano.

Numa primeira oferta, a Schin ofereceu R$ 1,1 mil para ter a exclusividade na festa, com a empresa Publikimagem Comunicação. A Ambev, que tem a Skol, entrou na Justiça e insistiu com a administração de Olinda para a realização de uma nova concorrência, em que a Schin não compareceu e a Ambev jogou mais R$ 500 mil para ganhar a parada.

De acordo com informações de bastidores, o que intriga a oposição, em especial, é a razão pela qual a Schin não pintou no segundo leilão.

http://jc.uol.com.br/blogs/blogdejamildo/