domingo, 7 de junho de 2009

Olinda: MARCELO SOARES diz que ainda não dá para julgar Ula


Presidente da Câmara aguarda ação

BEATRIZ GÁLVEZ

A Câmara Municipal de Olinda preferiu não se posicionar quanto ao caso de desvio de R$ 256 mil da última gestão municipal, denunciado anteontem pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), cujo principal envolvido é o vereador Ulisses Luna (PCdoB), o Ula. Segundo o presidente da Casa, Marcelo Soares (PCdoB), o procedimento será esperar uma melhor definição do cenário judicial para poder se pronunciar. “Nosso procedimento é de muita cautela. Vamos esperar o processo ser de fato instaurado, e aguardar a defesa dele, antes de qualquer coisa”, avisou.


Conforme disse Marcelo, o procedimento legal ainda não foi devidamente instaurado, se tratando mais de uma recomendação do MPPE. “O fato ocorrido não foi com o vereador. Foi com cidadão Ulisses. Não podemos julgar uma pessoa, o processo nem está aberto ainda. A Câmara não tem outro procedimento a tomar”, explicou o comunista.


Mais uma vez a reportagem tentou entrar em contato com Ulisses Luna, sem nenhum sucesso. Correligionário de Ula, Marcelo também está tentando entrar em contato sem sucesso, desde anteontem. “Acho que só vou vê-lo na sessão ordinária da próxima terça-feira”, concluiu Soares.


Conforme a ação movida pelo MPPE, Ulisses seria o mentor de um esquema de fraude, envolvendo a Associação de Amigos e Moradores de Ouro Preto (Amop). A entidade teria a responsabilidade de realizar e divulgar eventos com verba repassada pela Prefeitura, durante a gestão de Luciana Santos (PCdoB). Porém muitos dos serviços sequer eram realizados, e o dinheiro ficaria com o vereador. Além de Ula, são citados atuais secretários e ex-secretários do município. Neste caso, por liberarem os recursos desviados. A Prefeitura continua sem querer se pronunciar.


Folha de Pernambuco

2 comentários:

Valter disse...

“O fato ocorrido não foi com o vereador. Foi com cidadão Ulisses. Não podemos julgar uma pessoa, o processo nem está aberto ainda. A Câmara não tem outro procedimento a tomar”, explicou o comunista."
Interessante, desde quando as questões judiciais influenciam nas decisões políticas e administrativas. Como político, o Sr. Ula precisa pautar-se pela moralidade administrativa, ser probo. Como cidadão tem que dar mais exemplos. Se o fato aconteceu com o "cidadão" Ula, imagine o que pode acontecer com o Vereador Ulisses. Para mim está havendo corporativismo em uma de suas facetas mais podres: encobrir falcatruas - prevaricação. Ou então o Parquet, fiscal da lei, está cometendo crime: caluniando um cidadão de bem. Prefiro acreditar, e acredito neste último: Ministério Público, ao indiciar o Vereador Ulisses por improbidade administrativa. Tome-se vergonha e que seja aberto o processo de cassação do vereador Ula, pois se for esperar sua defesa judicial: contestação - provas - alegações finais, afora os infindáveis recursos previstos na lei processual civil, passarão uns 5 anos, e aí já terminou o mandato do vereador, ou mesmo pode renunciar.
Como diz Boris Casoy: "Isso é uma vergonha".

gilson disse...

marcelo soares vc si lenbra da mae do rapaz que entrgo um curriculo pra tecnico de saneamento basico na casa da mae de nereu pinheiro ja que vc nao arrumou a vaga para meu filho arrume uma vaga para minha subrinha no hospital de auxiliar de engienizaçao todo mundo da minha familia votou en voce entra en contato comigo no telefone:4104-0898/8763-8650